Dermatite canina This article is verified by a vet

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Escrito por Amelie Krause, Tierärztin
Em colaboração com Royal Canin
Prurido em cães

Prurido em cães

Qualquer pessoa que tenha um patudo na família sabe que de vez em quando ele coça-se. E, especialmente, quando o pelo está a mudar, a comichão pode aumentar significativamente. No entanto, se reparar que o seu cão se coça demasiado numa determinada zona, que a lambe e limpa frequentemente, deve investigar o que se passa. Efetivamente, as comichões podem reduzir em muito o bem-estar e a qualidade de vida do seu cão. Por vezes a comichão é tão intensa que ninguém consegue dormir, nem o patudo, nem o seu dono.

Os patudos podem sentir comichão em qualquer parte do corpo. Na maior parte das vezes, o seu cão usa as patas dianteiras ou traseiras para se coçar. Mas os cães também lambem e mordiscam as patas ou as pernas e a zona das costas próxima do rabo. Também podem abanar a cabeça se tiverem comichão nos ouvidos. Por fim, se não conseguem ou têm dificuldade em alcançar determinadas partes do corpo, os cães esfregam-se na parede ou nos tapetes para aliviar a comichão. Porém, em muitos casos, a comichão não vem sozinha. O coçar constante pode inflamar a pele e abrir a porta à entrada de bactérias, fungos e outros agentes patogénicos e assim causar infeções. Infeções cutâneas aumentam o prurido e, dessa forma, o seu patudo entra num círculo vicioso de comichão constante.

Causas da dermatite canina

A comichão nos cães é uma das razões mais frequentes para uma visita ao veterinário. Há muitas causas e doenças diferentes que podem provocar comichão. Apresentamos aqui as mais relevantes.
Mas, primeiro é necessário distinguir causas primárias e secundárias da comichão. Considera-se causa primária quando o prurido começou antes de haver alterações na pele. Por outro lado, considera-se o prurido uma causa secundária quando as alterações na pele ocorreram primeiro.

Ectoparasitas

Cheyletiella

Esta espécie de ácaro é frequentemente negligenciada, mas não é rara. A cheyletiella não tem um hospedeiro específico e pode infestar cães, gatos e coelhos. No entanto, os seres humanos são falsos hospedeiros. Estes ácaros transmitem-se através de contacto direto ou através do meio ambiente. Eles vivem na zona mais superficial da pele do hospedeiro e alimentam-se de fluidos corporais.
A comichão nos cães provocada por este ácaro pode variar de intensidade. No entanto, geralmente limita-se à zona das costas, ombros e eventualmente no exterior das orelhas. É normal ocorrer a formação de caspa, principalmente nas costas.

Sarcoptes

Este ácaro procura hospedeiros muito específicos e é altamente contagioso com potencial zoonótico, ou seja, é transmissível aos seres humanos. Tal como o anterior, este ácaro transmite-se através do contacto direto com cães infetados ou através do meio ambiente. Uma vez no hospedeiro, os sarcoptes alimentam-se de células da pele mortas e de fluidos corporais. Alojam-se numa espécie de túneis que eles mesmos fazem na queratina da pele e aí depositam os ovos e fezes. A comichão é causada por uma reação alérgica aos próprios ácaros e aos seus metabólitos. Os cães infestados com sarcoptes sofrem constantemente, sentindo comichão mesmo quando estão distraídos ou a dormir. O prurido atinge principalmente as orelhas, as articulações (cotovelos, joelhos e tornozelos), a barriga e o peito. Posteriormente pode alastrar-se a todo o corpo.

Trombicula autumnalis

O trombicula autumnalis é um parasita laranja avermelhado, do tamanho de uma cabeça de alfinete e cuja prevalência ocorre no final do verão e outono. A larva do trombicula autumnalis alimenta-se da linfa dos hospedeiros, mas os adultos vivem em zonas com relva alta, onde esperam pela passagem de hospedeiros. Uma vez no hospedeiro, este parasita instala-se principalmente entre os dedos das patas, na barriga (especialmente nos mamilos) e na cabeça. Em animais particularmente sensíveis, a picada da larva pode causar reações alérgicas com prurido intenso. Mesmo após a remoção dos parasitas, a comichão pode persistir mais algum tempo.

Otodectes cynotis

Estes parasitas são ácaros que se instalam especificamente no canal auditivo externo dos patudos. Em casos raros desenvolvem-se também na pele próxima da orelha. Independentemente do seu estádio de desenvolvimento, estes ácaros alimentam-se de fluidos corporais e das células mortas da pele. A infestação dá-se por contato direto com outros cães e atinge principalmente cachorros. Os cães adultos raramente são infetados. A reação típica de uma infestação por este ácaro é um prurido intenso nos ouvidos e zonas próximas.

Pulgas

A infestação de pulgas é uma causa comum de comichão em cães. As pulgas são transmitidas por animais infetados. Pode também estar presente no meio ambiente, por exemplo, na cama do seu cão ou no carro. Cães com pulgas geralmente têm comichão na zona das costas, acima da cauda, na barriga, na zona interior das coxas ou ainda no pescoço. Se o seu cão tiver hipersensibilidade aos componentes da saliva da pulga, provavelmente vai desenvolver uma dermatite alérgica à picada da pulga (DAPP).

Encontra mais informações sobre pulgas no artigo “Pulgas em cães”.

Alergias

Existem diversas alergias que podem causar comichões, as quais podem ser leves ou fortes.

Alergia de contato

No caso da alergia de contato, quase todos os agentes alergénicos (plantas ou materiais sintéticos) podem desencadear uma reação alérgica no local de contacto, especialmente zonas da pele sem pelo. Neste caso, a comichão fica limitada à área de contacto com o agente alergénico.

Dermatite alérgica à picada da pulga(DAPP)

A alergia mais comum entre os cães é a dermatite alérgica à picada da pulga (DAPP). Pode ser causada por qualquer espécie de pulga, mas principalmente pela pulga de gato (Ctenocephalides felis). Os agentes alergénicos na saliva entram no corpo do cão quando a pulga o pica. A reação alérgica pode ser desencadeada por um pequeno número de pulgas ou até mesmo por uma única pulga. Os cães infestados manifestam prurido, especialmente na parte de traseira do corpo: na garupa, na base da cauda, na cauda, nas patas traseiras, e também no abdómen. Uma vez que os cães sentem comichão muito intensa e se coçam vigorosamente, podem auto infligir-se lesões cutâneas. Estas zonas são os chamados “hot spots”. As zonas da pele lesionadas ficam frequentemente infetadas com bactérias ou fungos causando prurido adicional. Estamos, então, perante a chamada infeção secundária.

Dermatite atópica

A dermatite atópica é causada por agentes ambientais, como por exemplo, pólen, gramíneas, ácaros ou fungos. O prurido é, por norma, sazonal e mais frequente na primavera quando há mais pólen no ar. Os agentes alergénicos penetram no corpo do cão através da pele. Esta alergia manifesta-se principalmente no focinho e nas patas, no abdómen e na parte interna das coxas. As orelhas também são frequentemente afetadas. Tal como acontece com a DAPP, os cães sentem uma comichão intensa e aumenta o risco de ocorrência de lesões cutâneas adicionais com infeções secundárias.

Alergia alimentar

A alergia alimentar surge quando um cão é alérgico a um componente (proteína) da ração. É o terceiro tipo de alergia mais comum nos cães, logo a seguir à DAPP e à dermatite atópica. Esta alergia é geralmente desencadeada por uma ração que o cão come regularmente há muito tempo. Os agentes alergénicos são moléculas de proteína grandes que entram no corpo do cão através do intestino. Na nossa região, os principais alergénicos são a carne bovina, leite e derivados, ovo, frango, trigo, peixe e soja. Os cereais são frequentemente considerados responsáveis por alergias. No entanto, esta ideia é falsa, pois os casos de alergia a proteínas do trigo ou a outros cereais são muito raros.

Da mesma forma, também os alimentos mencionados não apresentam um potencial alergénico superior a outros. A diferença reside no facto de os patudos estarem em contacto com estes com maior frequência. A alergia alimentar causa prurido nas mesmas zonas que a dermatite atópica, ou seja, o focinho, as orelhas, as patas, as axilas e a parte interna das coxas. Assim, a zona atingida não serve de fator de diferenciação entre a dermatite atópica e a alergia alimentar. Os cães com esta alergia começam a sentir comichão entre 4 e 24 horas depois de terem ingerido agente alergénico.

Infeção fúngica (dermatófitos)

As infeções provocadas por fungos, como por exemplo, o microsporum canis e, menos comum, o trichophyton mentagrophytes, podem provocar prurido nos cães. No entanto, esta não é uma infeção comum. Geralmente, apenas cães imunodeprimidos, sem cuidados de higiene adequados ou que contatem diretamente com animais infetados ficam doentes. A transmissão acontece através do contato com esporos, que são extremamente resistentes, presentes no ambiente envolvente ou em pelos infetados. O prurido ocorre nos pontos de contacto direto com os fungos ou esporos. No caso do trichophyton mentagrophytes, a comichão surge em zonas do corpo que estão em contacto direto com o solo, como por exemplo, o focinho e as pernas ou as patas.
As causas secundárias do prurido são, antes de mais, doenças sistémicas que enfraquecem o sistema imunitário do cão.

Algumas doenças como hipotiroidismo, doença de Cushing (hiperadrenocorticismo) ou mesmo doenças autoimunes causam várias lesões na pele e no pelo. As alterações surgem devido a deficiências na barreira protetora da pele, enfraquecimento do sistema imunitário ou abrandamento do ciclo capilar. No caso da doença de Cushing dá-se uma produção excessiva de cortisona que deixa a pele fina e pouco elástica e, assim, mais propícia ao aparecimento de lesões. O primeiro sinal destas doenças são as lesões sem prurido. No entanto, devido às mudanças estruturais da pele e ao sistema imunológico enfraquecido, agentes infeciosos, como bactérias e fungos (Malassezia), encontram caminho aberto. Estes instalam-se na pele alterada causando infeções. Assim, essas infeções na pele são denominadas secundárias, pois têm por base uma doença já existente. O prurido é uma consequência inevitável destas situações. No entanto, a intensidade da comichão depende da exuberância da infeção secundária.

Demodicose

A demodicose é provocada por ácaros e, como em alguns casos acima descritos, estes alimentam-se de fluídos corporais e células mortas. No entanto, estes ácaros armazenam as fezes nas suas próprias células e, portanto, não causam reações alérgicas aos cães. As lesões cutâneas provocadas pelos ácaros Demodex canis geralmente não causam comichão. O prurido, que geralmente ocorre de forma generalizada, só se manifesta após bactérias ou fungos terem infetado o cão. Assim, a comichão é o sinal de uma infeção secundária.

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Abordagem clínica ao prurido

Uma vez que as causas do prurido nos cães são muito variadas, o processo de diagnóstico deve começar pela recolha de informação detalhada da história do patudo. Dessa forma, o veterinário vai conseguir fazer uma abordagem estruturada e, subsequentemente, um diagnóstico correto. Os seguintes dados sobre o cão são especialmente importantes:
• Raça, género, idade, altura e peso
• Idade em que os problemas com comichão começaram
• Sintomas equivalentes em pais e/ou irmãos da mesma ninhada
• Localização do prurido
• Sazonalidade
• Existem outros animais ou pessoas que vivem com o cão que sejam afetados?
• Se já existiu intervenção terapêutica, qual foi a resposta?
• O que apareceu primeiro: o prurido ou as lesões na pele?

Com estas informações e após o exame clínico, o veterinário pode iniciar o diagnóstico.

Tratamento para parasitas externos

Os ectoparasitas são causas comuns de comichão e, geralmente, são fáceis de detetar. Através da utilização de um pente anti-pulgas é possível detetar sinais da presença deste parasita no seu patudo. Além disso, amostras de pele ou esfregaços confirmam a infestação. Caso não se detetem pulgas, mas o veterinário continue a suspeitar fortemente que estes parasitas são responsáveis pela comichão, deve prescrever um anti-parasitário. Trata-se de uma intervenção para diagnosticar o problema, pois se a comichão desaparecer pode-se concluir que o patudo estava com pulgas.

Tratamento para bactérias e fungos

Com a ajuda de procedimentos citológicos ou um antibiograma para deteção de agentes patogénicos podem ser identificadas bactérias e fungos nocivos. Nestes casos é necessário determinar a origem destes parasitas.
Existem diversos métodos de diagnóstico para infeções fúngicas (dermatófitos). O exame com a lâmpada de Wood é muito fácil de fazer. Caso o resultado seja positivo, vê-se uma fluorescência verde no pelo. No entanto, isto ocorre apenas em infeções com algumas estirpes de microsporum canis. Assim, um resultado negativo não indica a inexistência de fungos na pele. Pode também ser feita uma cultura de fungos. O material para esta cultura pode ser obtido por depilação, raspagem ou pelo método McKenzie (método escova de dentes). Por fim, vários laboratórios dispõem de testes PCR (proteína C reativa). Para este teste são usadas amostras de pelo e pele.

Obstáculos ao diagnóstico

Os diagnósticos a alergias são um desafio para os veterinários e analistas clínicos. Pois infelizmente não existem testes simples e seguros, que indiquem imediatamente de que alergias sofre o cão. Assim, é necessário fazer uma investigação estruturada para que o diagnóstico seja seguro.

Métodos de diagnóstico

No entanto, o diagnóstico de uma alergia de contacto é relativamente simples. Neste caso o prurido surge num local muito específico, ou seja, onde houve contacto com substância ou material alergénico. Para as restantes alergias o método recomendado é diagnóstico de exclusão. Ou seja, exclui-se a possibilidade de uma alergia após a outra, começando-se pela alergia mais comum. Assim, a investigação clínica começa por procurar a existência de pulgas, responsáveis pela alergia à saliva da pulga. Com a ajuda do pente de pulgas detetam-se os parasitas ou as suas fezes.

Caso não sejam encontradas pulgas, procede-se à terapia de diagnóstico que pode durar algumas semanas. Se não forem observadas melhorias, o passo seguinte é investigar alergias alimentares. Para tal submete-se o patudo a uma dieta de exclusão. Este método consiste em alimentar o cão durante pelo menos 6 semanas, com uma fonte de proteína e de hidratos de carbono que nunca tenha comido. Assim, o corpo não pode ter uma reação alérgica a estes alimentos. Durante esse período, a alimentação, assim como as guloseimas do cão, devem conter apenas as fontes de proteína e hidratos de carbono estabelecidas. Se o prurido e outros sintomas melhorarem significativamente ou desapareceram completamente durante a dieta, o cão deve comer novamente a ração habitual. Assim, se os sintomas regressarem, comprova-se que o cão sofre de alergia alimentar. Este método de diagnóstico chama-se método de provocação.

Caso não se verifiquem melhorias, a investigação clínica vai despistar a dermatite atópica. Realizam-se assim testes intradérmicos ou serológicos para tentar identificar os agentes responsáveis pela alergia.
Por último, se se suspeitar de prurido secundário, a causa primária, como distúrbios hormonais, deve ser investigada. Para tal realizam-se, por exemplo, análises ao sangue e à tiroide.

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Tratamento das alergias cutâneas

Em casos de prurido intenso, é frequentemente necessário aliviar rapidamente o sofrimento do animal com medicação, mesmo antes do diagnóstico. Para tal utilizam-se medicamentos de ação rápida, como por exemplo, glicocorticóides ou oclacitinib. É também indicado atuar localmente usando, por exemplo, champôs adequados. No entanto, é absolutamente necessário encontrar a causa do prurido, de forma a evitar permanentemente o surgimento deste problema.

Parasitas externos

Como os ectoparasitas são frequentemente a causa do prurido, é comum proceder ao tratamento antiparasitário com acompanhamento veterinário. Esta terapia é administrada com base na deteção do parasita ou face a uma suspeita muito forte. O tratamento da alergia à saliva da pulga efetua-se com administração regular de medicamentos contra as pulgas. Se necessário, podem ser administrados fármacos específicos para aliviar o prurido.

Fungos

No caso de se tratar de uma alergia provocada por fungos, é indicado usar cremes tópicos. Caso a alergia seja grave, pode ser adequado proceder a um tratamento sistémico com antimicóticos. No entanto, deve-se ter sempre em mente que a dermatofitose é uma zoonose, o que significa que os seres humanos também podem ser infetados. Quando se trata duma dermatofitose pronunciada, também pode ser necessário intervir no ambiente onde o cão habita. No entanto, o prurido intenso não deve ser tratado com glucocorticosteróides, pois este medicamento vai agravar a doença.

Alergia de contato

O tratamento da alergia de contato passa por aliviar a comichão e afastar o cão do agente causador da alergia. A zona da pele afetada pode também ser lavada com produtos específicos de forma a reduzir a presença do alergénico.

Alergia alimentar

No caso de alergias alimentares, o agente alergénico deve ser retirado da alimentação do cão. Ou seja, a ração deve conter apenas ingredientes bem tolerados pelo cão e aos quais ele não reage.

Dermatite atópica

A única terapia para a dermatite atópica é a hipossensibilização. Trata-se de uma imunoterapia específica aos agentes alergénicos, durante a qual o cão vai sendo gradualmente exposto a estes agentes. O objetivo é estimular o sistema imunológico do cão de forma a este desenvolver tolerância aos agentes que provocam o prurido. No entanto, nem todos os cães respondem satisfatoriamente a esta terapia. Muitas vezes é necessário recorrer a terapias adicionais com medicamentos para reduzir o prurido, como por exemplo, cortisona, anti-histamínicos, ciclosporina ou oclacitinib. Os ácidos gordos essenciais também podem ser úteis. Recentemente foi introduzida uma nova terapia para a dermatite atópica com anticorpos monoclonais. Esta forma de terapia tem sido muito bem-sucedida e, além disso, é muito bem tolerada.

Infeções secundárias

As infeções secundárias por bactérias ou fungos podem ser tratadas com antibacterianos ou antifúngicos locais, como por exemplo, champôs, pomadas ou sprays. Em casos mais graves, podem ser administrados fármacos como antibióticos ou antifúngicos. Em todo o caso, a causa primária do problema deve ser sempre investigada e tratada adequadamente.

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